quinta-feira, 12 de abril de 2012

J'aime Monet!

Não me pergunte o porquê, mas eu amo o Monet!


Auto-retrato _ 1886

Meu foco em Paris será Monet!


Orsay, Orangerie, Marmottan Monet, Fondation Monet.... MONET!

Uma coisa que me chamou atenção foi o fato de pouco ser divulgado sobre a Fundação Monet, casa e jardim de Monet, e sobre os museus Marmottan e Orangerie, que só aparecem em pequenas seções meio a outros museus dos quais ninguém ouve falar...

Sei que não tem como todos museus e atrações terem páginas de destaque e detalhamento minucioso do espaço e obras, mas Monet, o pai do Impressionismo, merecia um tantinho mais de visibilidade, não?! Mas ok...

1913


CASA  E JARDIM DE MONET 



A bela casa cor-de-rosa de Monet e sua grande família fica em Giverny, na França, e lá ele morou por mais de 40 anos. (No fim da postagem tem um pequeno resumo da história da grande família de Monet)

Apaixonado por plantas, Monet plantou diversas flores e plantas em seus jardins. Vemos muitas delas em seus quadros. As mais conhecidas são as ninfeias, as flores aquáticas, para as quais Monet chegou a fazer um laguinho só para tê-las e poder pintá-las.

Após a morte de Monet, em 1926, a casa ficou para seu filho Michel, mas Michel preferia fazer safáris na África a cuidar da casa. Então, a casa ficou aos cuidados da enteada e nora de Monet, Blanche (filha de sua segunda esposa, Alice, e viúva de seu filho Jean).

Com a morte de Blanche, em 1947, os jardins ficaram abandonados.

Michel morreu, aos 88 anos, em 1966 e, como não tinha herdeiros, deixou a propriedade e os quadros para A Academia de Belas Artes. Um membro da academia conseguiu recursos para a reforma do telhado da casa, mas não conseguiu ir além. Não havia recursos nem para restaurar as obras, que jaziam sem cuidados desde a morte de Blache.

Por esse motivo este membro da academia enviou os quadros para o Museu Marmottan, de onde era curador.

Já a casa e os jardins definhavam aos poucos. Certo tempo depois, após "súplicas" por ajuda e generosas doações, a propriedade começou a ser restaurada.

3 anos depois, em 1980, a propriedade virou a Fundação Claude Monet e abriu suas portas ao público, se tornando rapidamente um ponto importante para o turismo do país e de Giverny.

A casa fica aberta para visitação todos dos dias de 1º de Abril à 1º de Novembro, das 9:30 às 18 horas.
Além do ingresso para visitar a propriedade, existem ingressos duplos: Fundação+Museu Marmottan, 
Fundação+Museu de Vernon, Fundação+Museu dos Impressionistas.

Ficam abertos para visitação cômodos como a sala de leitura (pequeno salão azul), o estúdio onde ele trabalhou até 1899 (reconstruído em 2011), seu quarto (não o das crianças), na sala de jantar amarela, na famosa cozinha azul...



 
A ponte japonesa que Monet tanto estudava para pintar: cada nuance, a iluminação que incidia nela, o aspecto diferente que ela adquiria em cada época do ano e estação...


Pintura de 1899.
Pintura de 1918 - quando estava com catarata e mal conseguia enxergar.
(Não se desespere, ele tomou coragem e operou a catarata!)



As Ninfeias - Museu Orangerie





Este foi o maior quadro feito por Monet e sua elaboração durou mais de 10 anos, seus últimos 10 anos de vida.

Ele nunca estava satisfeito com suas obras e pintava mais e mais na mesma tela, mudava aqui e acolá. Com este quadro não foi diferente, mexeu no tal do quadro sem parar por 10 anos até que seu melhor amigo lhe disse para parar antes que o destruísse! Mesmo insatisfeito Monet, enfim, deu o quadro por terminado.

As Ninfeias estão no Museu Orangerie, em Paris.


Tão grandes eram os quadros, Monet mandou fazer um novo estúdio só para caber os grandes painéis para suas amadas ninfeias. Lá o quadro ficou até após sua morte, aos 86 anos, pois Monet não queria de separar dele.

Outra obra de Monet no Orangerie:


O museu aberto para visitação de domingo à segunda-feira, das 9 horas às 18 horas - Fechado terças e feriados.





Obras no Museu Marmottan

Muitos quadros de Monet estão no Marmottan. Já contei como elas vieram parar aqui ;D

Monet pintou de tudo um pouco: locomotivas, igrejas, montanhas, mar, pessoas, além das conhecidas ninfeias e seu laguinho e a ponte japonesa, assim como diversas outras plantas de seus jardins.

Aqui está o famoso quadro Impressão - Sol Nascente (pintura abaixo), que deu origem ao Impressionismo, visto inicialmente como perda de tempo.



Pintar a impressão de um dado momento ainda não era visto como arte, e o uso de cores berrantes não era bem visto pelos pintores cinzentos! Com a graça do Senhor, Monet nem deu ouvidos e continuou suas obras! Obras que, agora, valem uma pequena fortuna!

Imaginar que Monet, como tantos outros impressionistas amigos seus, pedia dinheiro para comida, aluguel e tintas, chega a ser uma afronta! No museu existem cartas onde ele implora que emprestem dinheiro a ele.


Obras de Monet no Marmottan:


O museu aberto para visitação de terça à domingo, das 10 horas às 18 horas - Fechado segundas e feriados.




Museu Orsay

Um dos maiores acervos de obras impressionistas está situado no Museu Orsay, em Paris, e, claro, Monet faz parte deste acervo.

Obras como Um Canto do Estúdio (1861), Troféu de Caça (1862), Fazenda na Normandia (1863) e Crisântemos (1878), Ninfeias Azuis, Coquelicots (1873 - quadro de Camille e Jean no campo de papoulas vermelhas - pintura abaixo), entre outras.



No Orsay estão também quadros de Blanche!


Obras de Monet no Orsay:


O museu aberto para visitação de terça à domingo*, das 9 horas às 18 horas - Fechado segundas e feriados / *Quintas até 21:45.



OBS.: OS MUSEUS ORSAY E ORANGERIE ESTÃO INCLUIDOS NO PARIS MUSEUM PASS!


A grande família de Monet

Monet teve um filho com Camille Doncieux, o Jean. Mesmo o pai de Monet sendo contra, eles se casaram. Um casal de amigos, Alice e Ernest Hochedé, tinham, até que se soubesse, uma condição financeira boa, várias elegantes lojas de departamentos em Paris. Ernest comprou para seu palacete de verão alguns quadros de Monet.

Tempos  depois foi-se saber que Ernest não possuia tanto dinheiro assim, na verdade ele havia falido! Até os quadros de Monet tiveram de ser vendidos.

Humilhado e acovardado, Ernest fugiu da França, deixando para trás a esposa e seus 6 filhos (um ainda no ventre de Alice)!

Alice vendeu todas suas jóias e começou a costurar para amigas ricas, para poder sustentar seus filhos. Jean-Pierre, o 6º filho de Alice, nasceu num trem quando Alice ia visitar sua irmã.

Monet e Camille alugaram uma casa para passar o verão, junto com Alice e filhos. Camille e Alice eram boas amigas e revezavam o único vestido bom.

Logo o segundo filho de Camille e Monet nasceu, Michel. Camille já estava tuberculosa quando Michel nasceu, após o nascimento ela piorou e morreu, deixando Monet desesperado! Ele não conseguia nem mais pintar!

Alice acabou ficando responsável por uma grande família de 10 pessoas: ela, Monet, seus 6 filhos e os 2 de Monet e Camille; sem contar que entre as 8 crianças, 2 eram bebês: o seu Jean-Pierre e o Michel de Camille.

A casa que era para uma temporada de verão, acabou sendo o lar dessa grande família por vários anos, pois eles não tinham dinheiro para morar em Paris.

Com o tempo Monet voltou a pintar. Depois de conseguir vender alguns quadros, Monet saiu a procura de um ligar melhor. No caminho do trem Monet passou por uma linda casa cor-de-rosa em Giverny e soube que havia encontrado a casa de seus sonhos. Por sorte ela estava vazia e ele poderia alugar.

Todos se mudaram para a grande casa rosa e tão logo, Monet começou a mexer e remexer o jardim! Retirou as cercas-vivas e plantou diversas flores. Plantou também uma imensa horta, lembrem-se eram 10 pessoas na casa! As crianças, nem um pouco satisfeitas, regavam e tiravam o mato do jardim toda tarde. as enteadas mais novas de Monet, Germaine e Suzanne, cuidavam dos animais: Germaine dos seus pombos e Suzanne dos perus. Blanche gostava de pintar e ficava colada com Monet todos dias!

Os meninos mais novos, Jean-Pierre e Michel, colecionavam plantas silvestres, chegaram até a publicar um livro sobre plantas anos mais tarde. Eles fizeram o cruzamento entre uma papoula oriental e outra silvestre e o resultado foi um tipo totalmente diferente de papoula! O nome latino desta nova papoula é papaver Moneti.

Depois de alguns anos Ernest morreu e Alice pode enfim se casar com Monet, um ano após.

As pinturas de Monet foram ficando famosas e gente de todo o mundo vinha para comprar suas belas telas. Monet não gostava da ideia de suas telas irem para lugares tão distantes, como a América, mas precisava do dinheiro, ainda mais com sua família de 10 integrantes, com visitantes chegando aos montes e sua cozinheira, a ajudante de cozinha e (o que as crianças mais gostavam) os 6 jardineiros!

Dizem que o humor da casa variava de acordo o estado de espírito  de Monet! Se ele ficasse feliz com os quadros pintados, toda casa se iluminava e a alegria reinava!

E assim estava formada a grande família da casa cor-de-rosa!
Monet, Alice e seus oito filhos.




FONTES
Bibliografia
--BJÕRK, Christina e ANDERSON, Lena. Linéia no Jardim de Monet. Rio de Janeiro: Salamandra, 1992.
Sites
http://www.fondation-monet.fr
https://plus.google.com/photos/113685192840254702335/albums/5199497545044951297?banner=pwa (livro Linéia no Jardim de Monet, álbum do google+)


Indico mais estes sites para dar uma olhada em algumas de suas obras:
http://www.slideshare.net/rczago/claude-monet-1840-1926
http://www.tci.art.br/monet/PaintsMain.htm





Indico a todo mundo o livro Linéia do Jardim de Monet, que usei como fonte principal para produção desta postagem!


Este livro mais que fofo foi publicado em 1985 pelas suecas Christina Bjõrk e Lena Anderson, que também fez os desenhos do livro.

Muitas pessoas, como eu, conhecem este livro dos tempos de colégio. A estas pessoas indico relerem o livro!

Ps.: publicidade gratuita é "mó legauh!" - haha

quarta-feira, 11 de abril de 2012

PAPAGAIO - Duty Free


Tenho feito muitas pesquisas sobre um montão de coisas, mas para "socializar" (como disse minha querida Skavurska "socialize essa informação no seu blog!" - tadinha é doida como eu) eu busco dominar o assunto ou, ao menos, ter uma boa base - o que demanda muitas pesquisas!

Abrirei uma excessão agora, agindo um tanto como um papagaio... postando dicas de outrem, sem ter estudado muito a fundo o assunto...


LOGO: NÃO AFIRMO A LEGITIMIDADE DAS INFORMAÇÕES RECEBIDAS (= PESQUISEM PARA VER SE ESTÁ CERTO - como eu farei depois)

LEMBREM-SE: A VIAGEM EM QUESTÃO É PARA EUROPA (= EURO)!


Uma colega de trabalho, que conhece tudo sobre a França, Itália e Espanha, me deu ontem dicas super legais!
Ainda não tive tempo para estudar minuciosamente cada uma delas, mas postarei aqui suas indicações, acreditando em sua experiência (ela é bemmm viajada!) e confiando em seu julgamento... (dramática eu, não?!)

Perguntei: Você acha que vale a pena comprar perfumes franceses na França ou no Duty Free?
Resposta: Duty Free, pois não se paga IOF, não pesará na bagagem (limite de peso da bagagem é de 32kg/pessoa para vôos internacionais). Claro, tem que ver se tem alguma promoção que vale a pena. Etc e Etc.
Perguntei: E vinhos?
Resposta: O ruim de comprar vinho lá é o peso na bagagem, mas pode valer a pena. Você pode achar vinhos de fabricação local que não se encontram aqui, por exemplo (...). Wisky com certeza vale no Duty Free! O custo e o fato de não precisar carregar peso (isso se for comprar no Duty Free daqui, no desembarque) compensam...

Ela me contou que você pode fazer reservas dos produtos antes de você ir viajar, sem o compromisso de efetivar a compra, em qualquer Duty Free que você passar (claro, você tem que voltar no mesmo Duty Free para poder reservar).

Ela me indicou dar uma passada no daqui, ver tudo que eu gostaria de comprar e reservar. Disse também para eu pegar a revista que dão na loja para poder ver os produtos e comparar preço.

Com os produtos super desejados reservados, no caminho vamos pesquisando preços e, se acharmos um preço melhor, compramos e, ao passarmos de volta no Duty Free em que fizemos as reservas, retiramos o item da nossa lista (= simplesmente não compramos. - para ficar bem claro- hahah)

A reserva, como já disse, não te compromete a efetuar a compra, mas garante que o produto esteja separado para você (se não reservar, há a possibilidade de na volta não ter mais - daí é só chorar).

O ponto bom de comprar no Duty Free daqui, no desembarque, é que o peso não contará mais!
Você chegará da viagem (feliz da vida, radiante, pedindo BIS) e passará no Duty Free para pegar as cositas que você ainda não comprou na viagem.
Pagará e irá feliz para casa! Ehhh!!!

--The (happy) end --

Você não terá que pesar suas bagagens para embarcar de novo, ver se passou do peso máximo... se descabelar por ter passado e ter que pagar multa ou sei lá o que...

Eu nunca viajei de avião (sim, eu sei - terei minha primeira experiência num vôo de mais de 10 horas - PÂNICO) e achei essas dicas o máximo!


Depois disso eu e Skavurska fomos dar uma olhada no site do Duty Free aqui do Brasil, para ver os preços e tal. 

Vimos que dá para fazer reserva online! 


É só ver se o produto tem nos aeroportos daqui, reservar (o que carece de número de vôo, companhia em que se chegará/irá, país de onde virá/ irá, essas coisas) para pegar no embarque ou desembarque, esperar a confirmação da reserva e a resposta de disponibilidade dos produtos na loja do aeroporto selecionado, e ir pegar seus bebês, com o número da reserva (dado no e-mail de confirmação de reserva e disponibilidade de produtos)! Obs.: limite de 500 dólares por pessoa!


Essa minha colega que me deu essas super dicas me disse, ainda, que agora é possível fazer a conversão dos valores na hora ($ em dólar) para o real e parcelar nos cartões de crédito - já com o valor em reais (evitando surpresinhas nos pagamentos)! Demais, não?!




PAPAGAIO DIZ "CAMBIO, DESLIGO!"   ;D


segunda-feira, 9 de abril de 2012

Destino - Paris!


Com passagem comprada e hotéis aguardando, venho pesquisando os mais diversificados tópicos que envolvem a glamourosa Paris, além de alguns locais da Itália e da Espanha.


Eu, que sou um tantinho enrolada, estou há meses planejando a viagem dos meus sonhos e me sinto como um cão correndo atrás do rabo!

Agora, há menos de um mês para minha viagem, consegui, com esforço, me organizar um pouco. Para ajudar os "perdidos" de plantão, seguem algumas dicas.


PARIS

Paris é divida administrativamente por Arrondissements.
São 20 arrondissements, que seguem em espiral no sentido horário do centro, onde fica o Louvre, até a extremidade.


Grande parte dos endereços de Paris possuem no seu código postal o número do arrondissement no fim (Louvre: 75001 - 01 arrondissement), o que facilita muito a localização das atrações.

O que indico para os viajantes de primeira viagem, comme moi, é fazer uma listinha das atrações por arrondissement! (Veja a minha lista, até o momento, no final da postagem)


Eu trabalho em média com 4 mapas ao mesmo tempo, pois não encontrei  um mapa que contenha todas informações. Uso um para ver os arrondissements (mapa acima), um mapa dos metrôs da cidade, outro mapa com as estações da Velib (leia abaixo) e outro com um número maior de atrações.


Outra coisa que tenho feito para me orientar é um livrinho, um guia particular das atrações que pretendo visitar. Nele estou colocando tudo o que preciso: itinerário, mapas, rotas, atrações (com descrição dos locais, endereço, preço da entrada, etc), dentre outras informações.



PASSES_Paris tem vários passes livres.. vários! Tem o Paris Pass, o Paris Museum Pass, Paris Visite, passe Velib, etc e etc...

   



Após estudar esses e outros passes eu acabei optando pelo Museum Pass (que dá acesso ilimitado à mais de 60 atrações de Paris). Para transporte optei pelo Ticket T+, onde compramos passagens por múltiplos de 10 e nos dá acesso ao Metrô, ônibus, RER (zona 1) e Trem, e pelo ticket Velib (que dá acesso às bicicletas Velib de toda Paris).

Por falar em Velib, achei uma opção interessante fazer passeios de bike por lá!

Velib é um "sistema de locação" de bicicletas que funciona desde 2007. Em toda Paris há terminais de locação das bicicletas. Você pega numa estação e devolve em outra estação qualquer!  O custo é baixo e o retorno parece ser promissor!


Para os geograficamente desorientados, como eu, indico um site fantástico!
O site do grupo RATP (Régie Autonome des Transports Parisiens), onde se encontra de tudo um pouco... desde matérias sobre a cultura da cidade à matéria sobre a arquitetura! O que mais AMO neste site é o mapa interativo que nos auxilia no transporte! Ele mostra todas estações da cidade.



O MAPA É MÁGICO!!! Basta selecionarmos o ponto de partida e o de chegada (as estações) e PUFFF! Ele mostra a melhor rota, diz o tempo de duração da viagem, mostra em quais estações passamos no meio do trajeto e quais linhas devemos pegar! É MÁGICO!!!

Por aí dá para imprimirmos o mapa todo ou as rotas geradas pelo site, dá para baixarmos um arquivo em PDF,prático para levarmos num celular ou num tablet! Foi uma das melhores coisas que achei meio as minhas milhares de buscas! Infelizmente meu tablet e meu smartphone não possuem recursos suficientes para abrir o mapa interativo... a vida é assim mesmo, fazer o quê?





Segue a minha lista de atrações por arrondissements, até o momento (de acordo com meus interesses, claro):

1e (1 arrondissement)
-Palais Royal
-Jardin de Tuiliries
-Arc de Triomphe Carrousel
-Conciergerie
-Palais de Justice

2e
-Bourse - BNF - Biblioteca Nacional da França (antiga, não a nova - extensão)

3e
-Musée Picasso

4e
-Centre Georges Pompidou
-Hôtel de Ville

5e
-Panthéon
-Musée Cluny
-La Sorbonne

6e
-Jardin du Luxembourg
-Palais du Luxembourg

7e
-Hôtel des Invalides
----Eglise du Dôme
----Musée Rodin
----Musée D'Armée
-Palais Bourbon
-École Militaire
-Unesco

8e
-La Madelene
-Champs-Élysées
-Palais D'Élysée
-Place de la Concorde

9e
-Opéra Garnier (Opéra de Paris)

13e
-BNF - nova (extensão da biblioteca antiga, no 2e)

14e

16e
-Bois de Boulogne
-Palais Chaillot - Trocádero

18e
-Espace Dali
-Moulin Rouge

Não selecionei nada em 10e, 11e, 12e, 15e, 17e, 19e e 20e - sorry.




Por hoje é só, pessoal!